Sócios de empresa de tirolesa são condenados a indenizar família de engenheiro
Decisão da Justiça de Vila Velha reconheceu falha de segurança e determinou pensão à viúva e aos dois filhos da vítima.
Decisão da Justiça de Vila Velha reconheceu falha de segurança e determinou pensão à viúva e aos dois filhos da vítima.
Boletim da Secretaria de Política Econômica reduz a previsão de crescimento para 2026 e 2027 e aponta pressão sobre o consumo das famílias.
Banco Central reconhece perda de força da economia, mas mantém preocupação com expectativas de inflação e riscos para os preços.
Vendas avançaram em 25 estados, mas setores que dependem de financiamento enfrentam os efeitos dos juros e do endividamento.
Repasse foi feito por meio de mútuo conversível; instituto começou a devolver os valores corrigidos pela Selic.
Indicadores mostram avanço nas perspectivas, enquanto o investimento das empresas chega ao menor patamar desde agosto de 2021.
Ata do Copom, indicadores de inflação, pesquisas eleitorais e decisões de juros estão no calendário dos investidores nesta semana.
Com a taxa básica em 13,75% ao ano, o Sebrae orienta pequenos negócios a revisar o crédito e proteger o capital de giro.
Banco Central reduziu a taxa básica em 0,25 ponto percentual, no quinto corte seguido, enquanto o IPCA acumulado em 12 meses recuou para 4,22%.
Quinto corte seguido leva os juros básicos ao menor nível desde agosto de 2022, mas decisões futuras dependerão dos indicadores econômicos.
Banco Central reduz a taxa básica de juros pela quinta vez seguida, mas afirma que novas decisões dependerão do comportamento da inflação.
Marcelo Cirne de Toledo avalia que a desaceleração da economia pesa mais para o Copom do que os choques temporários de preços.
Fernando Honorato e Diogo Guillen avaliam que a queda dos juros longos depende de uma melhora consistente das contas públicas.
Executivos avaliam que um ajuste fiscal confiável pode pressionar os juros longos para baixo e favorecer a valorização de ações.
Ministro da Fazenda afirmou que quadro fiscal influencia a Selic, mas não explica sozinho o patamar elevado dos juros brasileiros.
Taxas mostram leve viés de baixa após dados do varejo e pesquisas eleitorais, enquanto mercado acompanha julgamento no STF.
Economista-chefe do Banco BV avalia que ainda há espaço para cortes, embora inflação, petróleo, dólar e clima limitem o ritmo.
Economista-chefe do Banco BV vê possibilidade de novos cortes da Selic, mas condiciona taxa de um dígito ao ajuste fiscal.
Opções do Copom indicam maior chance de redução dos juros em setembro, novembro e dezembro, enquanto o Focus prevê apenas um corte.
Plano do candidato prevê medidas fiscais, mas sua equipe trabalha com juros entre 8% e 7% e prazo de até três anos.