Ata do Copom aponta desaceleração, mas mantém cautela sobre novos cortes da Selic
Banco Central reconhece perda de força da economia, mas mantém preocupação com expectativas de inflação e riscos para os preços.
Banco Central reconhece perda de força da economia, mas mantém preocupação com expectativas de inflação e riscos para os preços.
Com a taxa básica em 13,75% ao ano, o Sebrae orienta pequenos negócios a revisar o crédito e proteger o capital de giro.
Banco Central reduziu a taxa básica em 0,25 ponto percentual, no quinto corte seguido, enquanto o IPCA acumulado em 12 meses recuou para 4,22%.
Quinto corte seguido leva os juros básicos ao menor nível desde agosto de 2022, mas decisões futuras dependerão dos indicadores econômicos.
Banco Central reduz a taxa básica de juros pela quinta vez seguida, mas afirma que novas decisões dependerão do comportamento da inflação.
Marcelo Cirne de Toledo avalia que a desaceleração da economia pesa mais para o Copom do que os choques temporários de preços.
Ministro da Fazenda afirmou que quadro fiscal influencia a Selic, mas não explica sozinho o patamar elevado dos juros brasileiros.
Economista-chefe do Banco BV avalia que ainda há espaço para cortes, embora inflação, petróleo, dólar e clima limitem o ritmo.
Economista-chefe do Banco BV vê possibilidade de novos cortes da Selic, mas condiciona taxa de um dígito ao ajuste fiscal.
Opções do Copom indicam maior chance de redução dos juros em setembro, novembro e dezembro, enquanto o Focus prevê apenas um corte.
Plano do candidato prevê medidas fiscais, mas sua equipe trabalha com juros entre 8% e 7% e prazo de até três anos.