Fazenda prevê PIB menor em 2026 e revisa inflação para baixo
Boletim da Secretaria de Política Econômica reduz a previsão de crescimento para 2026 e 2027 e aponta pressão sobre o consumo das famílias.
Boletim da Secretaria de Política Econômica reduz a previsão de crescimento para 2026 e 2027 e aponta pressão sobre o consumo das famílias.
Banco Central reconhece perda de força da economia, mas mantém preocupação com expectativas de inflação e riscos para os preços.
Ata do Copom, indicadores de inflação, pesquisas eleitorais e decisões de juros estão no calendário dos investidores nesta semana.
Banco Central reduziu a taxa básica em 0,25 ponto percentual, no quinto corte seguido, enquanto o IPCA acumulado em 12 meses recuou para 4,22%.
Quinto corte seguido leva os juros básicos ao menor nível desde agosto de 2022, mas decisões futuras dependerão dos indicadores econômicos.
Banco Central reduz a taxa básica de juros pela quinta vez seguida, mas afirma que novas decisões dependerão do comportamento da inflação.
Marcelo Cirne de Toledo avalia que a desaceleração da economia pesa mais para o Copom do que os choques temporários de preços.
Economista-chefe do Banco BV avalia que ainda há espaço para cortes, embora inflação, petróleo, dólar e clima limitem o ritmo.
Alimentação consumida em casa recuou em Belém, enquanto carnes acumulam altas maiores que a média brasileira no ano e em 12 meses.
Novo crédito extraordinário de R$ 6,605 bilhões amplia os recursos destinados a conter o impacto do petróleo sobre os preços internos.
Indicadores no Brasil e no exterior podem orientar expectativas para juros e acompanharão a campanha eleitoral de outubro.