Felipe Salto propõe quatro etapas para ajuste fiscal de até R$ 80 bilhões
Economista defende cortar emendas, limitar supersalários e revisar gastos antes de alterar a correção de benefícios sociais.
Economista defende cortar emendas, limitar supersalários e revisar gastos antes de alterar a correção de benefícios sociais.
Decisão de Gilmar Mendes mantém aumento que eleva o piso do programa de R$ 600 para R$ 691.
Reajuste altera o valor mínimo, a parcela por integrante e os adicionais para crianças, gestantes, nutrizes e jovens.
Diagnóstico não garante pagamento: a análise considera o impacto da condição na capacidade de trabalhar e, no BPC, também os critérios socioeconômicos.
Reajuste eleva o piso do benefício de R$ 600 para R$ 691 e a média dos pagamentos para R$ 777.
Reajuste começa em outubro; Fazenda projeta impacto de R$ 5,8 bilhões nas contas públicas em 2026.
Reajuste de 15% considera a variação do INPC entre março de 2023 e agosto de 2026 e altera pagamentos do programa.
Reajuste começa na folha de outubro e terá custo de R$ 5,8 bilhões neste ano e de R$ 22 bilhões em 2027.
Benefício médio passará a R$ 777, com impacto fiscal de R$ 5,8 bilhões ainda neste ano, informou o Ministério do Planejamento.
Caixa informa que pagamentos, movimentações e saques do Bolsa Família continuam disponíveis durante a paralisação.
Calendário segue o final do NIS; benefício tem piso de R$ 600 e exige inscrição atualizada no Cadastro Único.
Ministro da Fazenda afirmou que não há discussão sobre desvincular pagamentos sociais e previdenciários do salário mínimo.
Bolsa Família, Pé-de-Meia, Gás do Povo e benefícios do INSS continuam disponíveis por canais digitais e remotos.
Beneficiários com NIS terminado em 1 recebem a parcela a partir de 17 de setembro; pagamentos seguem até o dia 30.