O pagamento do Bolsa Família referente a setembro começa em 17 de setembro para quem tem o NIS terminado em 1. A Caixa Econômica Federal faz os depósitos, enquanto o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome define o calendário. A movimentação do dinheiro pode ser feita pelo aplicativo Caixa Tem.
As datas são distribuídas conforme o último dígito do NIS. Para consultar o dia do depósito, o beneficiário deve identificar esse número no documento e conferir a programação correspondente.
Calendário de setembro
- NIS final 1: 17 de setembro
- NIS final 2: 18 de setembro
- NIS final 3: 21 de setembro
- NIS final 4: 22 de setembro
- NIS final 5: 23 de setembro
- NIS final 6: 24 de setembro
- NIS final 7: 25 de setembro
- NIS final 8: 28 de setembro
- NIS final 9: 29 de setembro
- NIS final 0: 30 de setembro
O valor é depositado na conta do beneficiário na Caixa. Pelo Caixa Tem, é possível movimentar os recursos sem ir a uma agência para sacar. Também é permitido usar o cartão para compras no débito e para retirar o dinheiro em lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e agências da Caixa.
Nos caixas eletrônicos, o saque pode ser feito sem cartão quando o beneficiário tiver identificação biométrica cadastrada.
Datas dos meses seguintes
O calendário informado para os próximos meses considera o final do NIS e os dias previstos para outubro, novembro e dezembro:
- NIS final 1: 19, 16 e 10
- NIS final 2: 20, 17 e 11
- NIS final 3: 21, 18 e 14
- NIS final 4: 22, 19 e 15
- NIS final 5: 23, 23 e 16
- NIS final 6: 26, 24 e 17
- NIS final 7: 27, 25 e 18
- NIS final 8: 28, 26 e 21
- NIS final 9: 29, 27 e 22
- NIS final 0: 30, 30 e 23
Quem pode receber
Criado a partir do Programa Fome Zero em 2003, o Bolsa Família é voltado a famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. Para participar, é necessário estar inscrito no CadÚnico e ter renda familiar por pessoa de até R$ 218 por mês.
O cálculo considera os rendimentos de todas as pessoas que vivem na mesma residência, incluindo pais, cônjuges, companheiros, filhos, enteados e irmãos. A soma deve ser dividida pelo número de moradores. Indenizações por danos materiais ou morais, benefícios temporários pagos pelo poder público e valores recebidos em programas de transferência de renda não entram nessa conta.
Além do critério de renda, a família precisa cumprir compromissos nas áreas de saúde e educação. Entre eles estão o pré-natal para gestantes, o acompanhamento da vacinação e do estado nutricional de crianças menores de sete anos. Também é exigida frequência escolar mínima de 60% para crianças de quatro e cinco anos e de 75% para estudantes de seis a 18 anos incompletos que não concluíram a educação básica.
Ao matricular a criança na escola ou levá-la para ser vacinada no posto de saúde, a família deve informar que recebe o Bolsa Família.
Valores e adicionais
O benefício tem valor mínimo de R$ 600 por mês e pode incluir parcelas adicionais conforme a composição familiar. Gestantes, lactantes e crianças e adolescentes de até 18 anos que estejam na escola podem gerar um adicional de R$ 50 por integrante desses grupos.
O Benefício de Renda de Cidadania paga R$ 142 por integrante da família. Se a soma não alcançar R$ 600, o Benefício Complementar cobre a diferença até o piso.
Há ainda o Benefício da Primeira Infância, de R$ 150 para cada criança entre zero e seis anos; o Benefício Variável Familiar, de R$ 50 para cada criança entre sete e 12 anos, adolescente entre 12 e 18 anos e gestante; e o Benefício Variável Familiar Nutriz, de R$ 50 para famílias com bebês de zero a seis meses.








