O reajuste do Bolsa Família começa em outubro e deverá gerar impacto anual de R$ 22,7 bilhões nas contas públicas em 2027 e 2028. Para 2026, a estimativa do Ministério da Fazenda é de R$ 5,8 bilhões.
O anúncio foi feito nesta quinta-feira (17), e a medida já foi publicada no Diário Oficial da União. A Fazenda afirmou que o ajuste fiscal em curso permite recompor a inflação no valor dos benefícios e declarou que a mudança não afetará o cumprimento das metas de resultado primário.
Os valores dentro do programa passam a seguir novos limites. O Benefício de Renda de Cidadania será de R$ 164,00 por integrante. O Benefício Complementar poderá chegar a R$ 691,00 para famílias cuja renda total não alcance esse valor.
O Benefício Primeira Infância será de R$ 173,00 por criança com até sete anos incompletos. Já o Benefício Variável Familiar ficará em R$ 58,00 por integrante que se enquadre nas situações previstas no regulamento.
Segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, o valor médio pago pelo programa passou de R$ 675 para R$ 777, após um aumento de 15% anunciado a 17 dias do primeiro turno das eleições.








