Funcionários da Caixa rejeitam proposta e greve deve continuar
Votação virtual terminou com 59,3% dos empregados contra a proposta apresentada para encerrar a paralisação iniciada em 10 de setembro.
Votação virtual terminou com 59,3% dos empregados contra a proposta apresentada para encerrar a paralisação iniciada em 10 de setembro.
Julgamento foi remarcado para quinta-feira (24), e a federação dos trabalhadores orienta a categoria a continuar parada até a sessão.
Paralisação nacional será avaliada pelo tribunal, enquanto trabalhadores contestam mudanças no plano e rejeitam reajuste de 0,87%.
Greve passa de uma semana, e plano de saúde é o principal ponto de conflito entre trabalhadores e a empresa.
Categoria rejeitou proposta patronal e reivindica reajuste de 8%, PLR de R$ 405 e cesta básica de R$ 260.
Categoria analisará proposta para o ACT 2026/2028, que amplia a participação do banco no custeio do Saúde Caixa.
Consumidores e pequenos vendedores relatam atrasos, rastreamento parado e dificuldades para obter novas previsões de entrega.
Caixa informa que pagamentos, movimentações e saques do Bolsa Família continuam disponíveis durante a paralisação.
Paralisação começou antes do movimento nacional; Caixa pediu reabertura de negociação, enquanto Banco da Amazônia ainda não apresentou nova proposta.
Paralisação começou na sexta-feira (11), por tempo indeterminado, e foi mantida em assembleia realizada em Belém.
Paralisação por tempo indeterminado foi iniciada nesta sexta-feira, 11, enquanto a estatal anunciou medidas para manter as operações.
Paralisação por tempo indeterminado envolve negociações trabalhistas, mudanças no plano de saúde e crise financeira da estatal.
Greves começam nesta quinta-feira (10) e têm como principal impasse o custeio dos planos de saúde dos bancários.
Paralisação continua nesta quinta-feira, enquanto Banco do Brasil, Caixa e Banco da Amazônia mantêm tratativas em momentos distintos.
Trabalhadores de bancos privados decidirão entre manter ou encerrar a paralisação, que fechou cerca de 70% das agências na sexta-feira.
Movimento pode envolver cerca de 7 mil trabalhadores, mas não inclui empregados do Banpará, que aprovaram acordo próprio.