Contagem, Sábado, 26 de setembro de 2026
Saúde

Treino de força ajuda a preservar mobilidade e independência após os 45

Massa muscular contribui para equilíbrio, tarefas cotidianas e capacidade física; perda de peso deve preservar a massa magra.

Treino de força ajuda a preservar mobilidade e independência após os 45

A capacidade de levantar de uma cadeira, subir escadas, carregar compras e manter o equilíbrio depende, entre outros fatores, da força muscular. Depois dos 45, preservar esse tecido ajuda a sustentar a mobilidade e a independência, especialmente diante da perda gradual de massa e qualidade muscular associada ao envelhecimento.

Esse processo tende a ser mais relevante quando a pessoa é sedentária. A redução da força pode afetar a velocidade da caminhada, o equilíbrio e a realização de tarefas sem ajuda. Por isso, organizações de saúde incluem o fortalecimento dos principais grupos musculares nas recomendações de atividade física para adultos e idosos, com prática em pelo menos dois dias por semana.

A balança não mostra toda a composição corporal

Duas pessoas podem ter o mesmo peso e proporções diferentes de gordura e massa muscular. Assim, a balança isolada pode não registrar mudanças favoráveis na composição corporal. O músculo também participa do metabolismo da glicose e atua como reservatório funcional do organismo, contribuindo para lidar com esforço, recuperação e atividades físicas do cotidiano.

Dietas muito restritivas exigem atenção porque a redução de peso pode incluir perda de massa magra. Depois dos 45, recuperar músculo costuma demandar mais tempo e estímulo adequado. Em mudanças de peso, a orientação apresentada é preservar ao máximo a massa muscular com ingestão suficiente de proteína e treino de força.

Como estimular a preservação muscular

Caminhadas contribuem para a saúde cardiovascular, mas o músculo responde melhor à presença de resistência progressiva. Entre as opções estão musculação com pesos, exercícios com elásticos, agachamentos e empurradas usando o peso do corpo.

Também é importante aumentar aos poucos a carga ou a dificuldade. O treinamento não precisa começar pesado: o estímulo deve ser suficiente para promover adaptação e avançar gradualmente conforme a força aumenta. A ingestão adequada de proteína, distribuída ao longo do dia, completa esse cuidado.

A proposta não é buscar uma quantidade de músculo sem critério, mas evitar perdas desnecessárias. Treino de força, alimentação adequada e uma rotina ativa ajudam a manter uma reserva funcional relacionada à mobilidade, ao equilíbrio e à autonomia.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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