Contagem, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
Saúde

Esposa de Lito Sousa nega recuperação da mão esquerda durante tratamento experimental

Mila Seidl afirma que o tratamento contra a doença de Creutzfeldt-Jakob continua em observação e sem mudanças concretas anunciadas.

Esposa de Lito Sousa nega recuperação da mão esquerda durante tratamento experimental

Mila Seidl, esposa do influenciador e piloto Lito Sousa, negou que ele tenha recuperado movimentos da mão esquerda após iniciar um tratamento experimental contra a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). A afirmação foi feita nesta sexta-feira (25), diante de rumores sobre uma possível melhora no estado de saúde do influenciador.

Segundo Mila, o tratamento ainda está em fase de observação e não há mudanças concretas a serem anunciadas. Ela também afirmou que o acompanhamento exige paciência porque a doença avança rapidamente, enquanto o medicamento pode levar semanas para atingir o ápice de ação.

Na quarta-feira (23), a esposa havia usado as redes sociais para informar que ainda não havia novidades positivas ou negativas sobre o efeito do remédio. Mila também lamentou precisar se manifestar com frequência para desmentir informações falsas sobre o quadro do marido.

Uso do medicamento

Lito Sousa, de 59 anos, recebeu o medicamento experimental ALN-6457 após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob em agosto. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a importação e o uso individual do remédio no Brasil.

A autorização foi concedida em 4 de setembro. O pedido foi feito pelo Hospital Israelita Albert Einstein, onde Lito realiza o tratamento, depois que o influenciador foi aceito em um programa de uso compassivo no exterior.

A medicação chegou ao Brasil no início de setembro e ainda estava em estágio anterior ao desenvolvimento clínico para a doença de Creutzfeldt-Jakob. Não havia estudos formalmente iniciados em seres humanos para essa finalidade.

A doença é uma condição neurodegenerativa rara provocada por príons, partículas de proteína anormais resistentes a métodos convencionais de desinfecção físico-química. Ela pode causar perda de movimentos, alterações neurológicas e comprometimento cognitivo.

Até a última atualização divulgada por Mila Seidl, não havia confirmação de melhora motora atribuída ao medicamento experimental.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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