Contagem, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
Saúde

Seis fatores que podem elevar o risco de AVC entre mulheres

Pressão alta, enxaqueca com aura e menopausa precoce estão entre as condições que exigem acompanhamento ao longo da vida.

Seis fatores que podem elevar o risco de AVC entre mulheres

O acidente vascular cerebral (AVC) pode ocorrer em diferentes idades, e algumas condições de saúde exigem atenção especial entre as mulheres. O neurocirurgião Dr. Victor Hugo Espíndola destaca que o risco pode mudar durante a gestação, no período reprodutivo e na transição para a menopausa.

A pressão alta está entre os principais fatores modificáveis relacionados ao AVC. Quando não é controlada, pode afetar os vasos sanguíneos. Por isso, acompanhar regularmente a pressão arterial é uma das medidas de prevenção.

Condições que merecem acompanhamento

A hipertensão e a pré-eclâmpsia durante a gravidez também devem permanecer no histórico de saúde depois do parto. Mulheres que passaram por essas complicações podem ter maior risco cardiovascular posteriormente e precisam informar o histórico aos profissionais de saúde.

A enxaqueca com aura é outro fator que merece avaliação. Ela pode causar alterações visuais, como pontos luminosos ou perda temporária da visão, além de outros sinais neurológicos. A atenção deve ser maior quando há outros fatores de risco associados.

O uso de contraceptivos hormonais não significa que a mulher terá um AVC. A escolha do método, porém, deve levar em conta o histórico clínico. Em casos de enxaqueca com aura, pressão alta, tabagismo e outros fatores cardiovasculares, pode ser necessário discutir alternativas com um profissional de saúde.

Mulheres com diagnóstico de endometriose devem manter acompanhamento médico e observar outros fatores que possam contribuir para o risco cardiovascular. A menopausa precoce também requer atenção: a interrupção da menstruação antes dos 45 anos, especialmente antes dos 40, pode estar associada a maior risco cardiovascular.

Dr. Victor Hugo Espíndola afirma que a prevenção deve considerar o histórico completo da mulher, incluindo pressão arterial, diabetes, colesterol, tabagismo, sedentarismo, histórico familiar e as condições específicas de cada fase da vida.

Como reconhecer um possível AVC

Sinais que surgem de forma repentina podem incluir alteração na fala ou na compreensão, mudanças na visão, perda de equilíbrio, dor de cabeça intensa e inesperada, além de fraqueza, formigamento ou assimetria em um lado do corpo.

Diante de um sintoma neurológico súbito, a orientação do especialista é buscar atendimento de emergência imediatamente, sem esperar para observar se o quadro vai passar. O início rápido do tratamento pode reduzir danos e sequelas.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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