Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Saúde

Burnout: psicóloga explica sinais de alerta e diferença para o estresse

Após desabafo de Rafa Kalimann, Denise Milk explica como o burnout se manifesta e quando procurar avaliação profissional.

Burnout: psicóloga explica sinais de alerta e diferença para o estresse
Foto: Instagram/Reprodução

Rafa Kalimann afirmou que enfrenta um período de burnout depois de um mês intenso de compromissos pessoais e profissionais. Em um desabafo nas redes sociais, a influenciadora relatou ter sentido uma queda na adrenalina após a Festa do Peão de Barretos.

A psicóloga Denise Milk explica que a síndrome está ligada ao estresse crônico no trabalho. O quadro envolve esgotamento, distanciamento ou negatividade em relação às atividades profissionais e sensação de redução da eficácia no trabalho. Em geral, surge após vários episódios, e não por causa de uma situação isolada.

Entre os fatores que podem contribuir estão o excesso de demandas, as jornadas prolongadas, a pressão contínua por resultados, a pouca autonomia, a falta de reconhecimento ou suporte, os conflitos, a insegurança e a dificuldade de separar o trabalho da vida pessoal.

Como diferenciar estresse e burnout

Segundo Denise, episódios de estresse podem causar cansaço, irritabilidade e necessidade de descanso. Quando a demanda diminui, porém, há uma tendência de recuperação. No burnout, o descanso não produz o mesmo efeito: a pessoa pode continuar profundamente esgotada, sem energia e com dificuldade para se reconectar ao trabalho.

No caso das mulheres, a psicóloga afirma que a carga mental pode agravar a situação. Essa responsabilidade muitas vezes é carregada sozinha e em silêncio. Ela também cita pesquisas que relacionam desigualdades na distribuição do trabalho doméstico e de cuidado a piores indicadores de saúde mental entre mulheres.

Sinais de alerta

A lista apresentada pela psicóloga inclui exaustão persistente, irritabilidade frequente, dificuldade de concentração, alterações importantes no sono, perda de energia e sensação de incapacidade diante de tarefas antes administráveis.

Também estão entre os sinais o distanciamento emocional do trabalho, a queda no desempenho e a dificuldade de se recuperar mesmo após períodos de descanso.

“Não é necessário esperar chegar ao limite para buscar ajuda”, afirma Denise. Para ela, quando o sofrimento compromete de forma persistente o trabalho, as relações, o sono ou a capacidade de manter a rotina, já há motivo para procurar avaliação profissional. O aconselhamento deve ser buscado o mais rapidamente possível.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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