Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Finanças da casa

Pato para o Círio chega a R$ 57,99 por quilo em supermercados de Belém

Pesquisa do Dieese/PA encontrou pato vivo por até R$ 200 e apontou diferença de até R$ 42,09 por quilo em relação ao frango.

Pato para o Círio chega a R$ 57,99 por quilo em supermercados de Belém

O pato vivo custa até R$ 200,00 por unidade nas feiras de Belém, enquanto o quilo da ave congelada chega a R$ 57,99 nos supermercados. Os dados são de uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese/PA), realizada antes do Círio, cuja grande procissão será no dia 11 de outubro.

O levantamento foi feito entre 28 de agosto e 3 de setembro. Nas feiras do Ver-o-Peso e 25 de Setembro, foram encontrados patos vivos com peso entre 2,5 kg e 3 kg. O preço por unidade correspondia a um custo estimado de R$ 66,00 a R$ 80,00 por quilo.

A oferta do pato vivo ainda era limitada nas principais feiras livres da cidade. Conforme o Dieese/PA, a disponibilidade deve aumentar gradualmente, principalmente a partir de outubro, com a aproximação do Círio.

Nos supermercados, a pesquisa identificou apenas a marca Germânia entre os patos congelados. Os preços variaram de R$ 39,95 a R$ 57,99 por quilo. A diferença de R$ 18,04 equivale a uma variação de 45,16%.

Comparação com o frango

O quilo do frango resfriado ou congelado custava de R$ 8,99 a R$ 15,90 nos supermercados da Grande Belém. Nas feiras livres, o frango vivo era vendido por valores entre R$ 15,00 e mais de R$ 18,00 por quilo.

Considerando os menores preços em supermercados, o pato congelado custava até R$ 30,96 a mais por quilo que o frango. Entre os maiores valores, a diferença chegava a R$ 42,09. O pato congelado mais barato equivalia a quatro vezes o preço do frango mais acessível e era cerca de 3,6 vezes mais caro na comparação dos maiores preços.

O supervisor técnico do Dieese Pará, Everson Costa, afirmou que o aumento da oferta não deve provocar necessariamente redução dos preços. “Isso não significa, necessariamente, queda automática dos preços”, disse, ao citar a influência da procura, dos custos de produção, do transporte e da comercialização.

O Dieese/PA também recomenda comparar preços, marcas, peso das aves e condições de conservação. Para as famílias, peru, frango e maniçoba aparecem como alternativas ao pato, cuja oferta é mais restrita e cujo preço é mais alto.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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