Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Finanças da casa

ETFs lideram buscas por investimentos, enquanto procura por LCAs sobe 119%

Levantamento da Planejar mostra mudanças nas preferências de investimento por idade e gênero, além de metas como casa, carro e aposentadoria.

ETFs lideram buscas por investimentos, enquanto procura por LCAs sobe 119%

A procura por ETFs liderou o interesse digital dos brasileiros por investimentos, com alta de 313,68%. Os fundos imobiliários ficaram em seguida, com crescimento de 168,78%, enquanto as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) avançaram 119% nas buscas.

O levantamento foi realizado pela Timelens para a Planejar. O CDB registrou a maior média contínua de pesquisas no último ano. Para a Planejar, o movimento indica não apenas uma busca por investir mais, mas também o interesse por diferentes formas de exposição, cada uma com seus próprios riscos.

Ao mesmo tempo, aumentou a atenção às garantias institucionais. As buscas pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) cresceram 445,68%.

Metas financeiras e diferenças entre investidores

A aquisição de bens apareceu como o principal motivo para procurar investimentos. As pesquisas por automóvel próprio subiram 82,53%. O planejamento da aposentadoria teve a maior média de interesse contínuo, enquanto a compra da casa própria permaneceu como a meta mais procurada.

“Antes de escolher onde colocar o dinheiro, a pessoa precisa dizer para que ele serve”, afirmou a Planejar em relatório.

O estudo também apontou diferenças entre homens e mulheres. No Brasil, 31% das mulheres declararam investir, ante 41% dos homens. Entre o público feminino, 69% disseram não usar ou não conhecer produtos financeiros, e 51% avaliaram negativamente a própria situação financeira. Entre os homens, essa percepção foi registrada por 40%.

Entre os jovens, os hábitos são mais digitais. Na Geração Z, 66% têm conta em bancos digitais e 84% fazem aplicações exclusivamente por aplicativos ou sites. O grupo também demonstrou maior interesse por ativos de maior volatilidade: 52% dos participantes entre 16 e 29 anos pretendem entrar no mercado de criptomoedas, enquanto 8% já têm moedas digitais.

Entre os jovens que possuem reservas, 57% consideram que o valor acumulado não seria suficiente para cobrir seis meses do custo de vida. Já 75% dos idosos mantêm relacionamento com bancos tradicionais. A orientação de gerentes ou assessores é procurada por 38% deles, contra 15% dos mais jovens.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5