A Vale avalia diferentes formas de entrar no mercado de terras raras, incluindo a possibilidade de participar como sócia de um projeto desenvolvido em parceria. Nesse modelo, a companhia não exploraria diretamente uma mina. Até agora, porém, não há projeto nem parceiro definidos, e as alternativas continuam em análise dentro da mineradora, presidida por Gustavo Pimenta.
Um dos principais obstáculos identificados pela Vale está no processamento dos minerais. A etapa envolve um processo químico complexo para separar os elementos das terras raras e é atualmente dominada pela China.
Por isso, a companhia considera modelos de parceria entre os caminhos possíveis para uma eventual entrada nesse mercado. A estratégia ainda está em estudo, e a Vale não informou uma decisão sobre o formato de atuação, a escolha de um projeto ou a definição de um parceiro.
A avaliação combina a busca por uma forma de participação no segmento com o desafio técnico relacionado à separação dos elementos. No momento, as possibilidades seguem sendo examinadas pela mineradora.







