ESPÍRITO SANTO — Construtoras têm 1.856 imóveis disponíveis pelo Minha Casa, Minha Vida em Vila Velha, Serra, Cariacica, Linhares e Aracruz. As unidades estão enquadradas nas faixas 2, 3 e 4 do programa, com preços a partir de R$ 238 mil e que chegam a R$ 500 mil.
A MRV concentra 730 apartamentos em empreendimentos localizados em Cariacica e na Serra. Entre as opções estão o Vila Ágata, com unidades a partir de R$ 238 mil; o Vila de Setiba, a partir de R$ 391 mil; o Giardino Florença, a partir de R$ 367 mil; o Vila de Serrana, a partir de R$ 247 mil; e o Vila dos Lagos, a partir de R$ 270 mil.
A Recanto Construtora tem 266 apartamentos nas faixas 2, 3 e 4. São 36 unidades no Interlagos Reserve e 1 no Recanto Orquídea, em Linhares; 5 no Recanto do Vale, em Aracruz; 87 no Recanto Juara, na Serra; 5 no Recanto do Sol e 132 no Recanto Aurora, em Vila Velha. Os imóveis da empresa têm valores a partir de R$ 268 mil.
Opções por construtora
Na Serra, a De Martin Construtora entregou a segunda torre do Villa Verde Condomínio Clube, com 100 apartamentos a partir de R$ 389 mil. O empreendimento inclui unidades de 57 metros quadrados, com dois quartos, escritório e uma vaga de garagem. A empresa também tem imóvel no Villa do Mestre, no mesmo município, por R$ 329,9 mil.
Em Vila Velha, o Residencial Monte Tivoli, da EBS Engenharia, oferece 200 apartamentos em uma torre única com 24 pavimentos. As unidades fazem parte da faixa 4 e custam a partir de R$ 500 mil.
A Pinheiro de Sá Engenharia tem 47 apartamentos no Vivenda Coqueiral, em Vila Velha, com preços a partir de R$ 449,4 mil. Já a Morar Construtora lançou o Vista dos Colibris, no bairro Vale Encantado, com 512 unidades distribuídas em 8 torres de 8 pavimentos. O empreendimento está nas faixas 3 e 4, com valores a partir de R$ 300 mil e plantas de dois e três quartos.
Recursos e faixas de renda
O orçamento destinado aos descontos das faixas 1 e 2 recebeu reforço de R$ 500 milhões. Com a decisão aprovada pelo Conselho Curador do FGTS, o total disponível para essa finalidade passou de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões este ano. As faixas atendem famílias com renda de até R$ 5 mil.
Nas áreas urbanas, a faixa 1 contempla renda familiar bruta mensal de até R$ 3.200. A faixa 2 vai de R$ 3.200,01 a R$ 5 mil; a faixa 3, de R$ 5.001 a R$ 9.600; e a faixa 4, de R$ 9.600,01 a R$ 13 mil.
Os valores máximos dos imóveis são de até R$ 275 mil nas faixas 1 e 2, até R$ 400 mil na faixa 3 e até R$ 600 mil na faixa 4, conforme a localidade e as regras do programa.
No Espírito Santo, o programa Nossa Casa complementa o Minha Casa, Minha Vida. A iniciativa oferece subsídio de R$ 20 mil para a entrada ou para abater o valor do imóvel e atende famílias com renda de até três salários mínimos. A inscrição pode ser feita pelo site da Secretaria de Estado de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano.








