Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Finanças da casa

Gamificação é usada para incentivar hábitos sustentáveis nas escolas

Painel reúne profissionais de educação, tecnologia, robótica e eficiência energética para discutir o uso de jogos na formação de hábitos.

Gamificação é usada para incentivar hábitos sustentáveis nas escolas

O Lib Talks desta sexta-feira (11) debate o uso da gamificação para ensinar sustentabilidade e estimular novos hábitos entre estudantes. A conversa tem como tema “Educação e sustentabilidade na prática: o papel da gamificação na formação de novos hábitos” e integra uma rodada especial sobre uso eficiente da energia e adoção de alternativas sustentáveis.

Realizado em parceria com a Equatorial Energia, o evento acontece no Auditório Romulo Maiorana, na sede do Grupo Liberal, com transmissão online ao vivo pelo portal OLiberal.com, pelas redes sociais e pelo YouTube.

A jornalista Gabi Gutierrez faz a mediação do painel, que reúne Nádia Souza, Silvia Nascimento, Keila Cattete e Pricila Hinvaitt. As convidadas têm formações e trajetórias profissionais ligadas às áreas de educação, tecnologia, robótica e eficiência energética.

Projeto com missões e desafios

Nádia Souza é professora, pedagoga, socióloga e teóloga. Atualmente, ela é gestora da escola municipal de ensino fundamental Antônio Teixeira Gueiros, em Ananindeua. Durante o encontro, afirmou que a educação pode incorporar práticas de sustentabilidade ao cotidiano escolar.

A escola participa do Equatorial Game, projeto que utiliza elementos de jogos, como missões, ranking e desafios digitais, para abordar o consumo consciente de energia e a preservação ambiental.

Segundo Nádia, a unidade já trabalhava a sustentabilidade por meio de disciplinas sobre práticas sustentáveis. Com a gamificação, porém, os estudantes são estimulados a realizar as atividades como missões e boas práticas, e não apenas como obrigações. A proposta também busca levar esse comportamento para dentro de casa.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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