Os R$ 3,4 bilhões alcançados pela Azumi em setembro correspondem a recursos sob administração fiduciária, e não a valores geridos diretamente pela companhia. A empresa presta serviços aos veículos e passou a administrar 137 fundos.
A carteira cresceu 13,3% em nove meses, na comparação com os aproximadamente R$ 3 bilhões registrados no fim de 2025. Naquele encerramento, a Azumi administrava 126 fundos, incluindo 76 FIDCs, que representavam cerca de 60% da base.
A companhia não informou quantos fundos de direitos creditórios fazem parte da estrutura atual nem qual foi a parcela dessa categoria nos R$ 400 milhões adicionados à plataforma neste ano. O crescimento foi puxado principalmente pelos FIDCs.
Meta para o fim do ano
A Azumi pretende encerrar 2026 com R$ 4 bilhões sob administração. Para alcançar esse valor, terá de acrescentar cerca de R$ 600 milhões à plataforma nos últimos meses do ano.
O desempenho ocorre em um período de entrada de recursos nos fundos de direitos creditórios. Apenas no primeiro semestre, os FIDCs registraram captação líquida de R$ 30,6 bilhões. Empresas e investidores têm recorrido cada vez mais a estruturas privadas de crédito, de acordo com as informações apresentadas pela companhia.






