Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Brasil

Menino de Cariacica já criou mais de 50 gibis com histórias próprias

Calebe Reis, de 9 anos, escreve e desenha aventuras, contos de terror e histórias sobre ciência como forma de diversão.

Menino de Cariacica já criou mais de 50 gibis com histórias próprias

Calebe Reis de Souza, de 9 anos, já criou mais de 50 gibis inspirados principalmente em filmes de aventura e na música “Thriller”, de Michael Jackson. O menino escreve os enredos e desenha os personagens como forma de diversão.

A mãe, Grasiele Rodrigues, 38, conta que ele começou a criar histórias e personagens aos 7 anos. Antes disso, entre os 4 e 5 anos, Calebe já demonstrava interesse pela leitura e costumava ler tudo o que encontrava.

“Fico extremamente orgulhosa de tudo que ele é capaz de fazer”, afirma Grasiele. Para ela, a habilidade do filho deve se desenvolver de forma positiva e servir de exemplo para outras pessoas.

Aventura, ciência e terror

O gênero preferido de Calebe é a aventura, especialmente quando envolve dinossauros. As histórias produzidas por ele também abordam ciência e terror. “Eu amo qualquer coisa que tem a ver com aventura e ciência”, diz o menino.

Calebe é aluno do 4º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Ferdinando Santório e se destaca nas aulas de produção textual. O professor Jolimar Cosmo afirma que o estudante tem potencial e deve produzir ainda mais histórias.

“Calebe tem o cuidado de fazer os personagens e de preparar o enredo”, diz o professor. Segundo Jolimar, o aluno vem se tornando autor das próprias narrativas.

Produção em sala de aula

Para tornar as aulas mais atrativas, o professor cria espaços para que as crianças apresentem seus trabalhos. A proposta inclui momentos semanais de produção, de acordo com o currículo da turma, e o uso da inteligência artificial para ampliar e deixar as atividades mais lúdicas.

No trabalho com gibis, os alunos desenvolvem elementos como enredo, desfecho, consequência dos acontecimentos, balões e onomatopeias. Também exercitam as linguagens verbal e não verbal.

Jolimar explica que a escola contribui para que as crianças conheçam diferentes gêneros textuais. O objetivo, segundo ele, é manter os estudantes motivados a ler e produzir, mesmo em um período marcado pela tecnologia.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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