Contagem, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
Brasil

Caiado propõe classificar facções como terroristas e limita gastos públicos

Candidato do PSD também defendeu Selic a 7%, corte de emendas e redução de repasses a Poderes e órgãos independentes.

Caiado: “Brasil tem estrutura para combater e libertar população do narcotráfico”

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se for eleito, vai encaminhar uma proposta para classificar facções criminosas como terroristas. A declaração foi feita neste domingo, durante uma coletiva de imprensa na Avenida Paulista, ao comentar a decisão do governo americano sobre o enquadramento de grupos brasileiros no terrorismo.

Caiado disse que a resposta brasileira não dependeria de decisões estrangeiras e defendeu que o país tem estrutura para combater o narcotráfico. O candidato também afirmou que a população brasileira poderia ser libertada dessa atividade, desde que o presidente não fosse conivente com o narcotráfico.

Durante o evento de campanha, ele conversou com apoiadores reunidos com bandeiras de candidaturas do PSD no Conjunto Nacional. Depois, comprou um tênis na Galeria Magalu e gravou um vídeo direcionado à empresária Luiza Trajano.

Propostas econômicas

Na mesma coletiva, Caiado voltou a defender uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para limitar os gastos do governo a até 50% do crescimento do PIB. Sobre a taxa de juros, disse que a Selic chegaria a 7% em um eventual governo, o que, segundo ele, permitiria maior competitividade aos segmentos produtivos.

O candidato relacionou os juros aos gastos públicos e defendeu medidas de austeridade. Entre as propostas citadas estão o corte de 100% das emendas impositivas, a revisão de incentivos fiscais, a realização de auditorias por meio de plataformas com inteligência artificial e a redução em 25% dos repasses a todos os Poderes e órgãos independentes.

Para o Ministério da Justiça e Segurança Pública, Caiado propôs um processo voltado ao combate à corrupção. Segundo ele, seria criado um órgão para reunir instituições como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Receita Federal e a área de inteligência da Polícia Federal.

Questionado sobre a Previdência, o candidato disse que não aumentaria o tempo de contribuição e afirmou que o equilíbrio fiscal poderia coexistir com projetos sociais. O evento teve a participação de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e candidato a vice-presidente na chapa, além de Mara Gabrilli, Aline Torres e Silvia Abravanel.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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