BELÉM — A Associação Amazônica de Desenvolvimento Tecnológico e Social para Pessoas com Deficiência e Neurodiversidade (ASTEDEN) iniciou suas atividades com propostas de inclusão, desenvolvimento de tecnologias assistivas, formação profissional e geração de renda. O lançamento ocorreu no Espaço Cultural do Banco do Brasil, na avenida Doca de Souza Franco.
A programação teve a participação do grupo folclórico Toca Down, formado por seis dançarinos com síndrome de Down. O grupo existe há dois anos e se apresentou durante o evento de lançamento.
Projetos e atuação
Após a apresentação, foi anunciada a diretoria da entidade. O presidente da ASTEDEN, Carlos Amílcar, afirmou que a associação pretende atuar na defesa dos direitos das pessoas com deficiência e neurodivergentes e na criação de oportunidades para esse público.
Entre as propostas estão o desenvolvimento de tecnologias e equipamentos, ações de formação e iniciativas de geração de renda. A associação também prevê uma formação agroecológica voltada à geração de renda e à autossuficiência alimentar, conforme explicou Carlos Amílcar.
O diretor de projetos, Jorge André Silva, informou que parte das iniciativas já foi aprovada por meio das leis de incentivo à cultura. A entidade busca recursos para executar outros projetos relacionados ao desenvolvimento de tecnologias assistivas, à formação profissional e à realização de eventos.
A ASTEDEN já reúne mais de cem participantes, entre pessoas com deficiência, parentes e ativistas, além de mais de trinta entidades. A associação inclui cidadãos de Belém, Icoaraci, Benevides, Marituba, Moju e Concórdia do Pará. Também participam integrantes de estados amazônicos como Amapá e Maranhão.







