Orquídeas podem florescer várias vezes ao ano e não produzem compostos tóxicos, segundo o botânico Guilherme Ceolin. Por isso, podem ser usadas em casas com crianças e pets. Algumas espécies também saem dos vasos e vão para jardins e quintais, mesmo pequenos.
A orquídea-bambu e a capuz-de-freira estão entre as variedades que podem ser plantadas diretamente no chão. Para manter a planta por vários anos, porém, é preciso observar o ambiente e a rotina de cuidados.
A exposição ao sol direto deve ser evitada, porque pode amarelar as folhas. Também não é indicado deixar a planta em locais abafados, sob vento direto de janelas abertas no inverno ou por tempo prolongado perto do ar-condicionado. O excesso de água pode apodrecer as raízes.
A rega deve ocorrer somente quando o substrato estiver seco. A orientação é usar, de preferência, um aspersor a cada 7 a 10 dias. A adubação precisa ser regular, com compostos que contenham NPK — nitrogênio, fósforo e potássio. A luz solar indireta, principalmente pela manhã, completa os cuidados recomendados.
“A orquídea é um indivíduo vivo, que irá persistir, se bem cuidada, por vários anos, simbolizando admiração e amor duradouro”, afirma Ceolin.







