Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Saúde

Fios podem alterar a ponta do nariz, mas não substituem a rinoplastia

Simone Mendes explicou que realizou um procedimento sem cirurgia; especialista destaca limitações e possíveis complicações da técnica.

Fios podem alterar a ponta do nariz, mas não substituem a rinoplastia
Foto: Reprodução/Instagram

A rinomodelação com fios pode mudar temporariamente a posição da ponta do nariz, mas não permite atuar diretamente nas estruturas responsáveis pela sustentação e pelo formato nasal. A avaliação é do otorrinolaringologista Edvaldo Reis, especializado em rinoplastia.

O procedimento consiste em posicionar fios nos tecidos do nariz para criar tração. Com isso, pode ocorrer uma mudança visual, principalmente na região da ponta. A técnica, porém, não trabalha diretamente sobre as cartilagens, o septo, o dorso ou outras estruturas internas.

Por essa razão, Reis não considera o método uma alternativa à rinoplastia quando a intenção é modificar a anatomia nasal. O médico afirma que alterações como ponta caída, falta de definição, mudanças no dorso, assimetrias ou problemas funcionais devem ser avaliadas estruturalmente, com indicação cirúrgica quando for o caso.

O que Simone explicou

Simone Mendes mostrou o resultado nas redes sociais e esclareceu que não passou por rinoplastia. Segundo a cantora, o procedimento foi feito somente na ponta do nariz, que estava caída, e a aparência da região ainda sofreria alteração nos dias seguintes.

“Eu amarrei com os fios, não é rinoplastia, não é cirurgia. Só para a ponta [do nariz], que estava caída”, disse Simone no Instagram. Ela também afirmou que a região ainda iria cair em 15 dias.

Possíveis complicações

A ausência de cirurgia não elimina os riscos. De acordo com Edvaldo Reis, procedimentos com fios no nariz podem causar infecção, inflamação, irregularidades, migração ou extrusão do material e alterações cicatriciais.

O especialista também afirma que técnicas minimamente invasivas para o nariz podem apresentar complicações relevantes. Para ele, a escolha não deve considerar apenas o fato de um método ser menos invasivo, mas sua capacidade de tratar o problema anatômico apresentado pelo paciente.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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