Contagem, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Mateus Simões critica Cleitinho por alianças e cobra uso de emendas

Em debate, governador questionou a prestação de contas do senador e citou a relação dele com Euclydes Pettersen.

Simões sobre Cleitinho: 'Escolheu as piores pessoas para estar ao lado dele'
Foto: Reprodução/Record TV Minas

O governador Mateus Simões (PSD), candidato à reeleição, criticou o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) durante o debate da Record Minas, realizado nesta segunda-feira (21/9). Cleitinho, que lidera as pesquisas mencionadas no levantamento, não participou do encontro.

Simões questionou a aplicação de emendas parlamentares destinadas a Minas Gerais e afirmou que não recebeu repasses atribuídos ao senador. Também criticou o uso de um jatinho particular por Cleitinho e citou a relação do senador com o deputado federal Euclydes Pettersen (Republicanos), presidente estadual da legenda.

“Cleitinho escolheu as piores pessoas para estar do lado dele”, disse o governador. A declaração ocorreu depois de Simões mencionar o indiciamento de Pettersen pela Polícia Federal no caso envolvendo descontos indevidos em aposentadorias e benefícios do INSS.

Participação no debate e pesquisa

A Record havia convidado seis candidatos, mas apenas Simões e Gabriel Azevedo (MDB) compareceram. Cleitinho não esteve no estúdio para responder à pergunta feita pelo governador.

Pesquisa Real Time Big Data divulgada na mesma segunda-feira apontou Cleitinho com 35% das intenções de voto no primeiro turno, contra 10% de Simões. Na simulação de segundo turno, o senador apareceu com 44%, enquanto o governador registrou 37%. A margem de erro foi de 2 pontos.

O levantamento ouviu 2.000 eleitores entre 16 e 19 de setembro e foi registrado sob o número MG-07331/2026.

Indiciamento de Pettersen

Euclydes Pettersen está entre os 48 indiciados pela Polícia Federal em julho, na Operação Sem Desconto. A investigação apura descontos indevidos em aposentadorias e benefícios do INSS.

A Polícia Federal suspeita que o deputado tenha recebido R$ 14 milhões em propina da Conafer, entidade da qual seria “fiador político”. Pettersen negou participação nos fatos e declarou que o indiciamento é um ato unilateral da autoridade policial, que encerra uma investigação e não inicia um processo.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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