Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Brasil

Renan Santos reage à suspensão de redes e pede vídeos de apoiadores

Candidato afirma que pretende compensar os efeitos da decisão do TSE com mobilização digital de apoiadores.

Renan Santos aposta em crescimento após decisão de Toffoli e convoca apoiadores a gravarem vídeos: 'Produzam conteúdo aos milhares'
Foto: Daniel Teixeira/Estadão/Estadão

O candidato à Presidência Renan Santos, do Missão, convocou apoiadores a produzir vídeos depois que o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu a propaganda eleitoral digital da campanha e sua participação em debates.

Em áudio divulgado no perfil de Renan no Valete Plus na madrugada desta terça-feira, 1º, o candidato afirmou que a decisão pode aumentar o interesse do público por sua candidatura. “Se eu sobreviver a essa treta, eu vou ter alguma reação interessante em pesquisa”, disse.

Renan também declarou que espera crescimento mesmo com a restrição às redes sociais. Para reduzir os efeitos da suspensão, pediu que os apoiadores publiquem vídeos explicando as razões do apoio à candidatura e comentando a decisão judicial. A convocação mencionou a participação de 10, 20 ou 30 mil pessoas.

“Preciso de vocês nisso, é um pedido, é uma convocação, preciso de todo mundo botando energia”, afirmou o candidato.

Motivo da decisão

A decisão de Toffoli foi baseada em irregularidades na declaração das redes sociais que seriam usadas pela candidatura durante a campanha. Renan e o vice, Aroldo Medina, apresentaram o pedido de registro da chapa ao TSE em 7 de agosto, mas não informaram inicialmente todos os perfis destinados à propaganda eleitoral.

A relação foi complementada em 19 de agosto, 12 dias depois do pedido de registro. Ao todo, 16 perfis foram apresentados posteriormente à Justiça Eleitoral.

Segundo a decisão, a declaração fora do prazo é relevante porque contas não informadas previamente poderiam continuar submetidas aos sistemas de recomendação das plataformas. Com isso, conteúdos poderiam ser sugeridos a usuários que não acompanhavam a candidatura. Para o ministro, a omissão poderia dar uma vantagem à campanha durante o período anterior ao controle da Justiça Eleitoral sobre esses perfis.

Renan contestou a justificativa. O candidato afirmou que a campanha enfrentou problemas no sistema usado pelo TSE para cadastrar as redes sociais, que as falhas foram comunicadas ao tribunal e que outros candidatos também teriam passado por dificuldades semelhantes. Ele disse ainda que a equipe corrigiu as informações antes de qualquer solicitação do Ministério Público.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5