Contagem, Sábado, 26 de setembro de 2026
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Padre Claudio Pighin destaca que fé cristã deve se traduzir em ações

Na homilia do 26º Domingo do Tempo Comum, sacerdote defendeu conversão permanente e cuidado concreto com o próximo.

Padre Claudio Pighin destaca que fé cristã deve se traduzir em ações

O padre Claudio Pighin afirmou que a fé cristã precisa aparecer em atitudes concretas de amor, cuidado e compromisso com o próximo. A reflexão foi feita durante a homilia do 26º Domingo do Tempo Comum, a partir das palavras de Jesus sobre o significado de ser discípulo.

Para o sacerdote, professar a fé não basta quando a prática não acompanha o discurso. “Fala-se muito de Deus, mas pouco se vive Dele”, afirmou. Pighin também disse que ninguém deve considerar que já alcançou o ponto final da caminhada cristã, porque a experiência de fé exige conversão constante e disposição para seguir os ensinamentos de Jesus.

Discurso e prática

Ao tratar da diferença entre falar e agir, o padre observou que discursos religiosos perdem o sentido quando não são acompanhados por ações. Ele criticou situações em que a Palavra de Deus é citada com propriedade, mas não se transforma em comportamentos concretos. “Ser cristãos de fala não adianta nada”, declarou.

Pighin relacionou essa reflexão ao discurso de Jesus sobre o juízo final, descrito no capítulo 25 do Evangelho de Mateus. Nesse trecho, o cuidado com o próximo e a prática do bem aparecem como expressões concretas da fé.

O sacerdote também comentou a passagem em que Jesus afirma que “os publicanos e as prostitutas entram adiante” de alguns religiosos no Reino de Deus. Segundo Pighin, a declaração não incentiva o pecado. Ela representa uma crítica a pessoas consideradas religiosas ou corretas que rejeitam, na prática, a mensagem de Jesus.

Conversão para todos

Na avaliação do padre, pessoas com reputação negativa podem acolher a mensagem cristã e demonstrar mudança de vida. Por isso, a conversão não deve ser vista como uma exigência apenas para quem é considerado pecador. O processo, segundo ele, alcança todos, inclusive os que frequentam a Igreja e se reconhecem como cristãos.

Pighin concluiu que a prática demonstra o compromisso com o Reino de Deus. A mensagem do 26º Domingo do Tempo Comum, afirmou, é um convite à conversão dirigido a todos, independentemente de frequentarem ou não uma igreja.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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