Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Saúde

Aquipta recebe registro para reduzir crises de enxaqueca em adultos

Medicamento oral foi aprovado pela Anvisa para prevenção em adultos com enxaqueca episódica ou crônica e pelo menos quatro episódios mensais.

Aquipta recebe registro para reduzir crises de enxaqueca em adultos
Foto: eternalcreative/istock

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o registro do Aquipta (atogepanto), uma opção de uso oral voltada à prevenção da enxaqueca. A indicação é para adultos com a forma episódica ou crônica da doença que tenham pelo menos quatro episódios por mês.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), por meio da Resolução-RE nº 3.458/2026, nesta terça-feira (8).

Como o medicamento atua

O atogepanto interfere em uma via associada à transmissão da dor e aos mecanismos envolvidos na enxaqueca. Com isso, o tratamento busca diminuir a quantidade de episódios ao longo do mês.

A finalidade é preventiva. Portanto, o medicamento não tem como objetivo aliviar uma crise que já começou. Durante o desenvolvimento, estudos compararam seu uso ao placebo e identificaram redução significativa nos dias com enxaqueca. O resultado foi observado tanto entre pessoas com a forma episódica quanto entre aquelas com a forma crônica.

Impactos da doença

A enxaqueca é uma doença neurológica marcada por episódios recorrentes de dor de cabeça, geralmente moderada ou forte. Náuseas, vômitos e sensibilidade aumentada à luz e aos sons também podem acompanhar as crises.

Informações apresentadas pela Anvisa indicam que a doença atinge aproximadamente 15% da população mundial. Os efeitos podem alcançar a qualidade de vida, o trabalho, as relações sociais e o uso de serviços de saúde.

Avaliação profissional

O registro amplia as alternativas de prevenção, mas não significa que o Aquipta seja indicado para todas as pessoas com enxaqueca. A escolha do tratamento deve considerar o histórico do paciente, a frequência das crises e outras condições clínicas.

A indicação e o acompanhamento precisam ser feitos por um profissional de saúde. A nova opção foi apresentada como tratamento oral preventivo para adultos que atendem aos critérios de frequência mensal estabelecidos na aprovação.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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