Contagem, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Suspeito de estelionato é detido na Serra após negociação fraudulenta de veículo

Polícia Civil afirma que vítima perdeu a motocicleta e teve um financiamento contratado com uso indevido de reconhecimento facial.

Suspeito de estelionato é detido na Serra após negociação fraudulenta de veículo

Um homem de 27 anos foi preso nessa terça-feira (24), na Serra, suspeito de cometer estelionato contra um personal trainer. Segundo a Polícia Civil, o golpe envolveu a troca de uma motocicleta por um carro alugado e a contratação fraudulenta de um financiamento em nome da vítima. O prejuízo ultrapassou R$ 100 mil.

A prisão ocorreu por força de um mandado judicial. As investigações apontam que Gustavo Peixoto Cordeiro teria oferecido o automóvel durante a negociação. Semanas depois, o personal trainer descobriu que o veículo não era propriedade do suspeito e havia sido alugado.

Uso de reconhecimento facial

Conforme a Polícia Civil, Gustavo convenceu a vítima a fazer um reconhecimento facial sob a justificativa de que o procedimento seria necessário para a transferência da titularidade do carro. A partir da biometria, ele teria contratado um financiamento de veículo usando os dados do personal trainer.

O delegado Fabiano Alves, titular da Delegacia Especializada de Crimes de Defraudações e Falsificações (Defa), afirmou que o valor da motocicleta foi somado ao financiamento contratado indevidamente para calcular o prejuízo. “Ele teria oferecido um automóvel em troca da motocicleta da vítima”, disse.

A Polícia Civil também informou que o suspeito tem antecedentes criminais. De acordo com Fabiano Alves, Gustavo já havia sido preso pela Defa em julho de 2025, no Estado de São Paulo, com apoio da Polícia Civil paulista. Na ocasião, ele era alvo de outro mandado de prisão por estelionato, em um caso chamado de “estelionato do amor”.

Depois dos procedimentos de praxe, o investigado foi levado ao Centro de Triagem, no Complexo Penitenciário Rodrigo Figueiredo da Rosa. Ele permanece à disposição da Justiça.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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