VITÓRIA — As obras de reurbanização da Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, conhecida como Beira-Mar, começam na próxima segunda-feira (14). A primeira frente de trabalho será instalada nas proximidades da Praça Pio XII, onde fica o Banco do Brasil, informou a Prefeitura de Vitória.
O projeto prevê intervenções em 4,2 quilômetros da avenida, entre o Porto de Vitória, no Centro, e o Hortomercado, na Enseada do Suá. O investimento previsto é de R$ 97,8 milhões, com prazo de execução de 24 meses.
A iniciativa faz parte do programa “Vitória de Frente para o Mar”. Conforme a administração municipal, a proposta busca aproximar a população da baía, ampliar os espaços de convivência e qualificar a infraestrutura urbana da região.
Divisão dos trabalhos
Para organizar a execução, a obra foi dividida em quatro segmentos. O primeiro fica entre o Porto de Vitória e o Clube de Regatas Saldanha da Gama, com extensão aproximada de 1,13 quilômetro, e prevê ampliação.
O segundo corresponde à área que já possui ciclovia consolidada, com extensão aproximada de 820 metros, e será destinado à urbanização. O terceiro está localizado entre o DER-ES e o Clube Álvares Cabral, com cerca de 690 metros, para ações de requalificação.
O quarto segmento vai do Clube Álvares Cabral ao Hortomercado, totalizando aproximadamente 1,56 quilômetro. Nesse trecho, o projeto prevê mudanças na geometria viária.
Entre as intervenções planejadas estão a requalificação e a ampliação das calçadas, a construção de novos deques para contemplação da Baía de Vitória e a criação de áreas de permanência com bancos, mesas, espreguiçadeiras e mobiliário urbano.
Também estão previstas a instalação de playgrounds e academias populares, a reforma, ampliação e conexão dos trechos existentes de ciclovias, a construção de novas baias de ônibus e a implantação de um novo mirante à beira-mar. O projeto inclui ainda uma nova edificação para o Serviço de Orientação ao Esporte (SOE).
A Prefeitura de Vitória informou que a obra prioriza a acessibilidade, com percursos mais seguros e confortáveis para pedestres, além do fortalecimento da mobilidade cicloviária e do uso dos espaços públicos ao longo da orla.








