Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Brasil

Renan Santos pede mudanças no STF e continuidade de investigação sobre o Banco Master

Em ato em São Paulo, candidato também defendeu nova Constituição, críticas à política tradicional e ações mais duras na segurança pública.

Renan Santos faz ato no Ibirapuera e pede afastamento de Toffoli e Moraes do STF, de Andrei da PF e de Gonet da PGR
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) pediu o afastamento de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele também defendeu a saída de Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal e de Paulo Gonet da Procuradoria-Geral da República.

As propostas foram apresentadas em um manifesto durante ato realizado nesta segunda-feira (7), no Parque Ibirapuera. O documento pede ainda a continuidade das investigações sobre o Banco Master, incluindo a apuração da conduta de lideranças políticas, empresariais e do meio jurídico.

“Que se abra a caixa-preta do Banco Master e que parem todos na cadeia”, afirmou Renan.

Críticas à política e defesa de nova Constituição

Durante o discurso, o candidato criticou a falta de reação da população diante dos problemas do país. Segundo Renan, os brasileiros mantêm práticas políticas tradicionais e passaram a defender políticos específicos em vez de priorizar o combate à corrupção.

Ele disse ter ficado assustado ao ver o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nas primeiras colocações das pesquisas eleitorais. Também afirmou que os mais jovens seriam os únicos preocupados com o futuro do país e responsabilizou as gerações anteriores pela permanência dos problemas nacionais.

Renan defendeu a elaboração de uma nova Constituição e afirmou que a atual Carta e seus responsáveis fracassaram. O candidato, porém, não detalhou como seria convocado um processo constituinte nem quais pontos pretende alterar.

Segurança pública

Ao tratar da segurança pública, Renan defendeu que policiais atirem contra criminosos armados. Ele rejeitou a classificação da proposta como radical e afirmou que não aceita um modelo de democracia no qual brasileiros fiquem submetidos ao crime organizado.

Na sequência, declarou que o Brasil é uma república democrática e que os direitos humanos dos brasileiros precisam ser respeitados.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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