Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Brasil

Moto aquática atinge lancha parada e deixa prejuízo no Combu

Barco atingido pertence a uma moradora que havia comprado o motor havia 23 dias; condutor deixou o local sem prestar auxílio.

Moto aquática atinge lancha parada e deixa prejuízo no Combu

Uma moto aquática atingiu uma lancha de transporte de passageiros que estava parada no porto de um morador da ilha do Combu, por volta das 18h do último sábado (19). O casal que estava na moto aquática deixou o local sem prestar assistência à proprietária do barco, Rosalina Conceição Trindade, de 60 anos.

O motor da lancha tinha 23 dias de uso e havia sido comprado com as economias da moradora. Rosalina, que fez aniversário neste domingo (20), afirmou que ficou em choque com a batida e ainda não havia conseguido registrar a ocorrência policial.

Uma câmera de segurança registrou o momento em que a moto aquática bate no motor da lancha, desvia e segue viagem acompanhada por outra moto aquática. Testemunhas gritaram para que o condutor esperasse, mas ele deixou a área.

Prejuízo ainda será avaliado

Um mecânico do espaço náutico da cooperativa dos barqueiros faria, nesta segunda-feira (21), uma avaliação dos danos no motor. Para levá-lo até o local, Rosalina informou que precisaria alugar uma lancha. Ela também relatou que começaria o dia com gastos provocados pelo acidente.

Moradores afirmam que acidentes e infrações envolvendo veículos aquáticos têm sido frequentes na ilha do Combu. Segundo Rosalina, o tráfego em alta velocidade alterou a rotina da comunidade e dificultou o uso de cascos e canoas para a locomoção pelas águas.

A Marinha do Brasil informou, por meio da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR), que acompanha a ocorrência registrada na Ilha do Combu, em Belém. O órgão disse ter entrado em contato com o Centro Integrado de Operações (CIOP) para reunir informações e esclarecer as circunstâncias do caso.

A CPAOR afirmou que mantém fiscalização permanente do tráfego aquaviário nas vias sob sua jurisdição, incluindo a Região Metropolitana de Belém, a Ilha do Combu e municípios do interior. As ações verificam documentos das embarcações e dos tripulantes, condições de navegabilidade, instrumentos de navegação e equipamentos de segurança e salvatagem.

Quando são encontradas irregularidades, a Marinha informou que adota as medidas administrativas previstas nas normas, conforme a natureza e a gravidade de cada situação. O órgão também reforçou a importância da participação da sociedade na segurança da navegação e disponibilizou o Disque Emergências Marítimas e Fluviais, pelo número 185, além dos canais da CPAOR: (91) 3218-3953 e (91) 98134-3000.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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