Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Brasil

Marinheiro é detido em Belém por suspeita de agredir e abusar do enteado

Homem de 22 anos foi preso preventivamente após investigação sobre agressões e violência sexual contra uma criança de 7 anos.

Marinheiro é detido em Belém por suspeita de agredir e abusar do enteado

Um marinheiro de 22 anos foi preso preventivamente em Belém sob suspeita de agredir fisicamente e praticar violência sexual contra o enteado, de 7 anos. Os crimes teriam ocorrido durante as férias escolares da criança em Muaná, no Arquipélago do Marajó.

A prisão foi cumprida na quarta-feira (16), no Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), por ordem da Vara Única de Muaná. A Polícia Civil investiga o homem por lesão corporal qualificada, considerando o parentesco com a vítima, e estupro de vulnerável.

Como começou a investigação

O pai da criança procurou a unidade policial de Muaná depois de perceber marcas nas pernas e nas coxas do filho durante um banho. O episódio ocorreu em 24 de julho de 2026, quando a criança passava férias com ele.

Ao ser questionado sobre as lesões, o menino afirmou que havia sido agredido com um cinto pelo padrasto. O pai fotografou as marcas, e as imagens foram anexadas ao procedimento. Um exame de lesão corporal confirmou a agressão, informou a Polícia Civil.

Durante escuta especializada, a criança também relatou que tinha medo do padrasto. Segundo a polícia, o menino disse que, além das agressões físicas, o investigado tocava repetidamente em seus órgãos genitais, causando medo e dor.

Posicionamento da Marinha

A Marinha do Brasil informou que mantém o marinheiro sob custódia em uma de suas organizações militares em Belém, em cumprimento ao mandado de prisão preventiva. O militar, integrante do serviço militar voluntário, permanece à disposição da Justiça.

A instituição declarou que acompanha o processo judicial e que adotará as medidas administrativas cabíveis, incluindo a abertura de processo administrativo com o objetivo de desligá-lo dos quadros da Força. A Marinha também afirmou que repudia condutas contrárias às leis e aos preceitos éticos.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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