Sônia Samudio afirmou não acreditar que a filha, Eliza Samudio, esteja viva. A declaração foi dada após a localização, em Portugal, de um passaporte atribuído à modelo e em meio à repercussão de uma tentativa frustrada de conversa entre Bruninho e Bruno.
O documento foi recebido pelo Consulado-Geral do Brasil em Lisboa em 2 de janeiro deste ano, depois de ser encontrado em Portugal. A representação diplomática informou que consultou o Itamaraty para definir o destino do passaporte.
Sônia contou que procurou esclarecimentos sobre o documento. Conforme relatou, recebeu a informação de que Eliza esteve em Portugal e, depois, obteve autorização consular para retornar ao Brasil. Para a mãe, porém, as datas relacionadas ao episódio correspondem a períodos diferentes e não indicam que a filha esteja viva.
“Minha filha não está viva”, afirmou Sônia Samudio ao ser questionada sobre a possibilidade de reencontrar Eliza. Ela também explicou que não considera essa hipótese porque a filha dizia que jamais deixaria um filho para trás.
Desaparecimento e investigação
Eliza desapareceu em junho de 2010, aos 25 anos. O corpo dela nunca foi localizado. Segundo a denúncia do Ministério Público, a modelo foi sequestrada, mantida em cárcere e posteriormente morta. Bruno Fernandes foi condenado pelo assassinato de Eliza.
A descoberta do passaporte e a tentativa de aproximação entre Bruninho e Bruno fizeram o caso voltar a receber atenção em 2026. Mesmo assim, Sônia mantém a convicção de que o documento não é uma evidência de que a filha esteja viva.
O caso continua sem a localização dos restos mortais de Eliza, apesar das condenações judiciais mencionadas na denúncia e da decisão envolvendo Bruno Fernandes.







