Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
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Júri reconhece asfixia e feminicídio em morte de mulher em Anchieta

Alex de Almeida Barros recebeu pena de 24 anos em regime inicial fechado após novo julgamento pelo Tribunal do Júri.

Júri reconhece asfixia e feminicídio em morte de mulher em Anchieta

Alex de Almeida Barros foi condenado a 24 anos de prisão, em regime inicial fechado, pela morte de Euzineia Loyola Baptista. A decisão foi proferida nesta quinta-feira (17), em novo julgamento realizado pelo Tribunal do Júri.

O crime ocorreu em 17 de agosto de 2020, em um sítio pertencente à vítima, conforme o Ministério Público do Espírito Santo (MPES). Alex teria asfixiado Euzineia e depois colocado o corpo dela em uma piscina. A perícia concluiu que a morte foi provocada por asfixia mecânica por afogamento.

No julgamento realizado em 2024, o Conselho de Sentença havia afastado, por maioria, as qualificadoras atribuídas ao crime. O MPES recorreu, argumentando que a decisão contrariava as provas reunidas no processo, especialmente em relação à asfixia e ao feminicídio.

O recurso foi acolhido pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), que determinou a realização de um novo julgamento. A Corte considerou que laudos periciais, depoimentos e outros elementos indicavam que a morte ocorreu por asfixia e que o crime havia sido cometido no contexto de uma relação íntima de afeto entre acusado e vítima.

No novo julgamento, realizado nesta quinta-feira (17), os jurados reconheceram que Alex praticou homicídio qualificado pelo uso de asfixia e por feminicídio. A segunda qualificadora foi aplicada porque o crime foi cometido contra uma mulher por razões relacionadas à condição do sexo feminino, em contexto de violência doméstica.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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