Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Brasil

Cruzamento concentra pressão no trânsito das rotas alternativas de Belém

Aumento no fluxo da Bruno Sechi e da Rodovia do Tapanã é acompanhado pela Segbel, que estuda mudanças no acesso à Augusto Montenegro.

Cruzamento concentra pressão no trânsito das rotas alternativas de Belém

O cruzamento de acesso à avenida Augusto Montenegro, pela avenida Bruno Sechi e pela Rodovia do Tapanã, é tratado pela Secretaria Municipal de Segurança, Ordem Pública e Mobilidade de Belém (Segbel) como um ponto de atenção no trânsito da região. O órgão estuda mudanças para melhorar a circulação e a segurança no local, que recebe veículos vindos das duas rotas alternativas.

As vias foram estruturadas para distribuir o movimento da Augusto Montenegro, um dos principais eixos de deslocamento da capital. Com o aumento da circulação de carros e motocicletas, moradores e condutores passaram a relatar retenções, principalmente nos períodos de maior movimento.

Estudos no acesso à Augusto Montenegro

Isaías Reis, diretor de Transporte da Segbel, afirma que a Rodovia do Tapanã e a avenida Bruno Sechi têm sentido duplo, canteiro de separação, faixas sinalizadas e equipamentos de controle de velocidade. Segundo ele, a duplicação do Tapanã e a criação da Bruno Sechi foram planejadas para reduzir a concentração de veículos na Augusto Montenegro.

A secretaria identificou que o fluxo das duas vias se junta no cruzamento da Augusto Montenegro com a Mário Covas ou com o Tapanã. Isaías classifica o trecho como um gargalo e diz que a equipe avalia alternativas para garantir fluidez e segurança. Os estudos ainda estão em andamento.

O diretor informa que os horários mais críticos são pela manhã, entre 7h e 8h30, e no fim da tarde, entre 17h e 17h30 até 19h. Depois desses períodos, a circulação tende a voltar à normalidade.

Entre as medidas analisadas está o aprimoramento do transporte público para estimular a troca do carro por esse meio de deslocamento. A Segbel também prepara estudos técnicos sobre o transporte, que serão apresentados à comunidade após a conclusão.

Relatos de quem passa pelas vias

Na avenida Bruno Sechi, o comerciante Vitor Sousa da Silva, de 35 anos, afirma que trabalha no local há 15 anos e percebeu o aumento do movimento depois da alteração no acesso. De acordo com ele, antes havia um semáforo na área; com a implantação de uma rotatória, a passagem ficou mais movimentada e passou a registrar engarrafamentos em alguns momentos.

Vitor relata que a concentração de veículos ocorre diariamente, com maior intensidade pela manhã e no fim do expediente. Ele cita o intervalo entre 7h e 9h30 e o período entre 17h e 22h, quando também há o retorno de estudantes.

O motociclista autônomo Edson Cleiton Soares Ferreira, de 44 anos, compara o cenário atual com o período posterior à reforma da Bruno Sechi. Para ele, a via deixou de atender apenas como alternativa e passou a receber um volume maior de carros e motocicletas. O acesso à Augusto Montenegro, segundo Edson, fica lotado todos os dias nos horários de fluxo.

Na Rodovia do Tapanã, a cozinheira Maria Raimunda Valente de Souza, de 44 anos, diz que acompanha a mudança por morar na área. Ela afirma que muitos motoristas usam o caminho para evitar a Augusto Montenegro, mas encontram uma situação semelhante. Maria também relaciona o aumento da procura à possibilidade de acesso à Arthur Bernardes e ao Cordeiro.

As duas rotas continuam sendo utilizadas como caminhos alternativos, mas o crescimento do movimento ampliou os pontos de retenção relatados por moradores e condutores.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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