Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Brasil

Ardi Rizal, que fumava na infância, vive aos 18 anos longe do cigarro

Após abandonar o cigarro, o jovem passou por mudanças na alimentação, voltou aos estudos e passou a alertar outros jovens sobre a dependência.

Ardi Rizal, que fumava na infância, vive aos 18 anos longe do cigarro

Ardi Rizal ficou conhecido ainda bebê depois que imagens dele fumando cigarros circularam pelo mundo. Aos 18 anos, ele deixou o cigarro, retomou os estudos e passou a compartilhar sua experiência com outros jovens.

Em 2010, Ardi tinha apenas dois anos e chegava a consumir cerca de 40 cigarros por dia. Ele vivia com a família na aldeia de Teluk Kemang, no sul de Sumatra. Segundo relatos da época, o primeiro cigarro foi oferecido pelo próprio pai quando o menino tinha cerca de 18 meses.

A interrupção do consumo provocava crises de raiva e comportamentos agressivos. A situação chamou a atenção das autoridades da Indonésia, e a família procurou ajuda especializada para que a criança abandonasse o cigarro.

Mudanças após o tratamento

Durante a reabilitação, Ardi desenvolveu compulsão alimentar. A comida passou a ser uma forma de lidar com a ansiedade provocada pela interrupção do cigarro. Aos cinco anos, ele pesava 24 quilos e comia grandes quantidades em uma única refeição.

Com acompanhamento de especialistas, o menino mudou a alimentação e a rotina. Anos depois, passou a incluir peixes, frutas e verduras na dieta e voltou a se dedicar aos estudos.

Atualmente, Ardi permanece longe do cigarro e se dedica à escola e a projetos comunitários. Ele também participa de entrevistas e conversa com outros jovens para alertar sobre os riscos da dependência.

A história chamou atenção para o tabagismo infantil na Indonésia e gerou discussões sobre a exposição de crianças ao cigarro. No Brasil, Ardi participou de um programa de televisão durante uma passagem pelo país em 2019.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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