Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Brasil

Renan Santos propõe debate sobre nova Constituição em meio à crise no STF

Candidato do Missão criticou Alexandre de Moraes e defendeu que decisões dele e de Dias Toffoli não sejam reconhecidas.

Renan Santos defende discutir nova Constituição como resposta à crise no STF
Foto: Reprodução

Renan Santos defendeu o início de uma discussão sobre uma nova Constituição como resposta à crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF). O candidato do Missão afirmou que o pacto constitucional de 1988 perdeu sua validade institucional, mas disse que a proposta não significa necessariamente executar uma mudança imediata.

A declaração ocorreu em meio a medidas relacionadas ao Caso Master. Nesta quinta-feira (3), Alexandre de Moraes pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a abertura de uma investigação contra André Mendonça. Na quarta-feira (2), Mendonça havia retirado o sigilo de parte da apuração sobre o Banco Master, incluindo conversas de Daniel Vorcaro com um número atribuído a Moraes.

Fachin estabeleceu prazo de cinco dias para que Moraes, Mendonça, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal (PF) prestem esclarecimentos sobre as investigações ligadas ao banco e à crise no tribunal.

Críticas a Moraes

Renan criticou o uso do inquérito das Fake News para o pedido de investigação contra Mendonça. A apuração está em andamento há mais de sete anos e é questionada por não ter prazo final definido.

“Ele tem um inquérito que é dele e ele pode colocar e tirar pessoas no inquérito de acordo com a vontade dele para punir essas pessoas”, disse Renan, ao afirmar que a medida foi tomada enquanto Moraes é investigado no caso envolvendo o Banco Master.

O candidato também defendeu que o próximo presidente não reconheça decisões de Moraes e Dias Toffoli. Para Renan, medidas dos dois ministros deveriam ser consideradas nulas por, segundo ele, protegerem Daniel Vorcaro e o caso investigado.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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