Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Brasil

Renan Santos acusa Flávio Bolsonaro de priorizar negócios e imóveis

Pré-candidato do Partido Missão também criticou o Novo, rejeitou a terceira via e apresentou propostas para várias áreas do governo.

Renan Santos chama Flávio Bolsonaro de 'criminoso': 'Lance do Flávio é ficar rico e comprar imóveis'
Foto: Reprodução

O pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Missão, Renan Santos, classificou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como criminoso e afirmou que ele não teria interesse em construir uma candidatura própria para enfrentar Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Renan disse que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro teria usado sua atuação em Brasília para fazer negócios e comprar imóveis. “Flávio nunca quis ser presidente”, afirmou o pré-candidato.

Críticas ao Novo e ao bolsonarismo

Renan também questionou a influência do bolsonarismo sobre a direita brasileira e criticou o Partido Novo, que classificou como uma legenda de centro. Para ele, o partido não apresenta uma visão clara sobre educação nem um projeto de país e, em diferentes momentos, teria atuado como aliado do bolsonarismo.

O fundador do Missão citou ainda o envolvimento de Flávio Bolsonaro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso por fraudes. Renan criticou a possibilidade de o Novo tratar como apenas inadequado o recebimento de milhões de reais por Flávio. Ele também afirmou que o partido não comenta sobre pessoas do entorno do bolsonarismo envolvidas em suspeitas de corrupção.

Na avaliação de Renan, há muitas legendas no país, mas poucos partidos de fato. Ele citou PT e PSOL como forças da esquerda e disse considerar o Missão o único partido de direita.

Estratégia eleitoral e propostas

Renan rejeitou a ideia de apresentar sua candidatura como uma terceira via. Segundo ele, essa estratégia coloca os candidatos em posição secundária. O pré-candidato afirmou que pretende se apresentar como alternativa direta aos grupos liderados por Lula e Bolsonaro.

Para a vice-presidência, escolheu Aroldo Medina. Renan disse ter buscado um nome complementar ao seu perfil e minimizou as críticas sobre a pouca projeção nacional do vice. “Quem tem que ficar visível sou eu, que sou o pré-candidato à Presidência”, declarou.

Na economia, defendeu mudanças na Previdência, revisão de benefícios fiscais, alterações no funcionalismo público e o fim de mecanismos que aumentam automaticamente determinadas despesas do governo.

Para a educação, propôs o fim da progressão continuada e incentivos por desempenho escolar. Na segurança pública, defendeu a reforma do modelo de inquérito policial, o endurecimento das penas, maior integração tecnológica entre os órgãos e mudanças nas carreiras policiais.

Na política externa, Renan afirmou que o Brasil deve adotar uma postura pragmática na disputa entre Estados Unidos e China. Ele também disse que as reservas brasileiras de terras raras podem ampliar o poder de negociação do país e atrair investimentos internacionais.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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