Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Brasil

Colar elizabetano: cuidados para proteger cães e gatos na recuperação

Ajuste correto, escolha do tamanho e adaptação tranquila ajudam a manter o animal protegido durante o tratamento.

Colar elizabetano: cuidados para proteger cães e gatos na recuperação

O colar elizabetano limita o acesso de cães e gatos a áreas do corpo que precisam de cuidados. O acessório é usado principalmente depois de cirurgias, mas também pode ser recomendado em casos de lesões ou problemas de pele que fazem o animal lamber ou morder a região afetada.

Ao impedir o contato da boca e das patas com os pontos ou feridas, o colar ajuda a reduzir o risco de sangramentos, abertura da sutura e infecções. O período de uso deve seguir a recomendação do médico-veterinário.

Como escolher e preparar o animal

Disponível em formatos e materiais diferentes, o colar costuma ter formato de cone e pode ser feito de plástico, tecido ou espuma. O modelo precisa ser compatível com o tamanho do pet. Se ficar apertado, pode causar desconforto; se estiver frouxo, o animal poderá retirá-lo ou alcançar a área em tratamento.

O focinho deve permanecer dentro do cone, enquanto a cabeça precisa continuar com movimentos confortáveis. Antes de colocar o acessório, escolha um momento em que o animal esteja calmo. Carinhos e petiscos podem ajudar a diminuir a ansiedade.

Gatos exigem atenção especial durante esse processo, pois podem reagir com mais intensidade a movimentos inesperados. Segurar o pet à força e fazer movimentos bruscos deve ser evitado.

Ajuste e verificação

Com o animal tranquilo, posicione o colar ao redor do pescoço, como uma coleira. Conforme o modelo, o fechamento pode ser feito com presilhas, botões ou na coleira que o pet já usa.

Depois de prender o acessório, confira se ele está firme sem apertar o pescoço. Observe também se o focinho continua dentro do cone e se o animal não consegue tocar a parte do corpo que está sendo tratada.

É comum que cães e gatos estranhem o colar no início. Eles podem tentar tirá-lo ou apresentar dificuldade para se movimentar, já que o cone altera a visão e a rotina. A adaptação costuma acontecer gradualmente. Manter a calma e evitar broncas contribui para esse período.

Se houver dificuldade na colocação ou desconforto intenso, procure orientação do médico-veterinário. A primeira instalação também pode ser realizada na clínica, para que o ajuste seja conferido.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5