Contagem, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Brasil

Caiado critica tramitação no STF e defende investigação sobre Alexandre de Moraes

Candidato à Presidência também propôs idade mínima de 60 anos para indicados ao Supremo e análise prévia da vida pregressa.

Caiado considera que STF está em 'fase procrastinatória' e pede abertura de investigação contra Alexandre de Moraes
Foto: Vinícius Silva/g1 Goiás

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) defendeu a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e criticou o andamento de processos no Supremo Tribunal Federal (STF). As declarações foram feitas nesta terça-feira (15), durante uma entrevista coletiva.

Ao comentar uma votação preliminar no Supremo, Caiado afirmou que a Corte atravessa uma fase em que discussões sobre o procedimento estão adiando a análise principal. O STF avalia uma questão de ordem para reunir processos e julgá-los em conjunto, com previsão de julgamento no dia 23.

“Tem que se aguardar essa decisão”, disse o candidato. Na sequência, ele classificou o momento como uma “fase procrastinatória”.

Mudanças na escolha de ministros

Caiado também propôs alterar a Constituição para estabelecer idade mínima de 60 anos para os indicados ao STF. A sugestão inclui ainda a exigência de histórico profissional reconhecido e uma avaliação prévia da vida pregressa dos candidatos.

Na proposta, essa análise seria feita por órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Receita Federal e a Polícia Federal antes que o Executivo encaminhasse o nome ao Senado.

O candidato ampliou as críticas ao cenário institucional brasileiro e definiu o período como de “degradação moral completa”. Na avaliação dele, a falta de posicionamento de lideranças e o envolvimento de figuras públicas em escândalos contribuem para a deterioração do regime democrático. Caiado também citou a violência, a criminalidade e o endividamento entre os problemas sociais que, segundo ele, acabam ficando em segundo plano.

Sobre uma eventual relação entre o Palácio do Planalto e o Supremo, Caiado afirmou que respeitaria a Constituição. Ele apresentou sua atuação à frente do governo de Goiás como referência e disse que a harmonia entre os poderes deveria ser conduzida pela autoridade moral do governante e pela recusa a negociações políticas espúrias.

Texto produzido pela Redação Lar em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5